1.200 funcionários entram em greve e exigem a saída de Yves Guillemot da Ubisoft

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Crise de confiança, mandato de retorno ao escritório e acusações de nepotismo paralisam os estúdios da gigante francesa em um protesto histórico.

PRA RESUMIR

  • Greve massiva: 1.200 desenvolvedores paralisaram atividades contra demissões, falta de reajuste salarial e o plano de redução de custos da Ubisoft.

  • Conflito do RTO: Funcionários protestam contra a volta obrigatória ao escritório, citando que o salário atual é insuficiente para morar perto dos centros de desenvolvimento como Paris.

  • Crise de Liderança: Sindicatos pedem a saída do CEO Yves Guillemot, acusando a gestão de nepotismo, falta de visão criativa e retaliação contra críticos internos.

A tensão nos corredores da Ubisoft atingiu o ponto de ebulição. Entre os dias 10 e 13 de fevereiro de 2026, cerca de 1.200 trabalhadores cruzaram os braços em uma greve de três dias que abalou as operações da empresa. O movimento, impulsionado por sindicatos como o Solidaires Informatique, é uma resposta direta ao plano agressivo de redução de custos da liderança, que prevê o fechamento de estúdios, demissões em massa e o congelamento de aumentos salariais em um cenário de inflação crescente.

O estopim da revolta foi a insistência da diretoria no mandato de retorno obrigatório ao escritório (RTO). Representantes dos trabalhadores, como Marc Rutschlé e Chakib Mataoui, denunciam que a medida ignora a realidade de centenas de funcionários que reconstruíram suas vidas longe de Paris e que agora enfrentam salários incompatíveis com o custo de vida da capital. Cartazes nos protestos estampavam frases de impacto como: "Stakeholders não criam jogos. Nós criamos", evidenciando o abismo entre os desenvolvedores e os executivos.

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Além das questões financeiras e logísticas, a liderança de Yves Guillemot é alvo de críticas pesadas por falta de diversidade e nepotismo. Segundo os grevistas, a mentalidade criativa da Ubisoft está estagnada por uma estrutura que privilegia conexões pessoais em vez de talento e novas ideias. O clima de desconfiança se agravou com a demissão disciplinar de David Michaud-Cromp, líder de design de fases, após ele criticar publicamente a política de retorno presencial. Para os sindicatos, a única saída para reconstruir a empresa é a renúncia imediata de Guillemot.

Woke up feeling like utter shit but worker solidarity trumps petty things like “oh god my insides” Standing with the local Ubisoft employees on strike

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— Mando (@mrmandolino.itch.io) 10 de fevereiro de 2026 às 07:26

Literally dancing in the rain

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— Mando (@mrmandolino.itch.io) 10 de fevereiro de 2026 às 07:31



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— Mando (@mrmandolino.itch.io) 10 de fevereiro de 2026 às 07:45



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— Mando (@mrmandolino.itch.io) 10 de fevereiro de 2026 às 08:29

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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
Web Designer, apaixonado por tecnologia e gamer orgulhoso de acompanhar todas as gerações e seus grandes títulos.
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