Rato gigante e bandeiras marcam protesto em visita da Xbox para testar The Elder Scrolls 6
A CEO Asha Sharma elogiou a grandiosidade do novo RPG da Bethesda enquanto o sindicato CWA denunciava o impacto das recentes demissões em massa.

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PRA RESUMIR
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Um cenário de contrastes marcou a sede da Bethesda Game Studios em Rockville nesta semana. Enquanto a nova CEO do Xbox, Asha Sharma, visitava o estúdio para uma sessão de jogabilidade de The Elder Scrolls 6, do lado de fora, o infame rato inflável Scabby — símbolo tradicional de protestos sindicais — dominava o gramado. O ato, organizado pelo sindicato CWA (Communications Workers of America), visa expor a insatisfação dos trabalhadores diante da onda de demissões que atinge a divisão de jogos da Microsoft em 2026.
Durante a visita, Asha Sharma evitou comentar o protesto, preferindo focar no progresso do aguardado RPG. Em suas redes sociais, ela descreveu a experiência como impressionante, afirmando que a "escala e a grandiosidade são incríveis" e que a "história é ainda melhor". Sharma ainda instigou a comunidade ao publicar o nome do jogo acompanhado de oito asteriscos (), sugerindo que o subtítulo oficial, guardado a sete chaves, possui exatamente oito letras. A Bethesda confirmou a interação, aumentando o hype sobre o projeto que já completa oito anos desde seu anúncio original.
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Contudo, o clima interno é de apreensão. O protesto incluiu a colocação de centenas de bandeiras vermelhas ao longo da Piccard Drive, cada uma representando um funcionário demitido nos últimos 12 meses. Segundo o sindicato, a Microsoft está eliminando cerca de um quinto de sua força de trabalho no Xbox como parte de uma reestruturação agressiva para tornar a operação mais enxuta, focando apenas em marcas gigantes como Halo, Forza, Fallout e o próprio The Elder Scrolls.
Nathan Hahn, produtor técnico da Bethesda e membro do sindicato OneBGS-CWA, revelou que a gerência tentou impedir manifestações visuais dentro do escritório. "Fomos proibidos de colocar cartazes voltados para fora em nossos cubículos, então trouxemos balões para mostrar nossa presença", afirmou Hahn. Ele destacou que a mobilização não é apenas por justiça aos demitidos, mas para proteger o futuro da indústria e garantir que o desenvolvimento de títulos como The Elder Scrolls 6 não seja sacrificado por prazos irreais e falta de pessoal qualificado.
Relatos de desenvolvedores ouvidos pelo IGN sugerem que os cortes atingiram pessoas-chave "nas trincheiras", o que pode gerar um efeito cascata de atrasos e crunch excessivo. Apesar do otimismo da diretoria do Xbox, as previsões mais realistas indicam que o sucessor de Skyrim ainda está a pelo menos dois anos de distância de um lançamento global.
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