Battlefield pode adotar estratégia anual de lançamentos

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Battlefield busca repetir o sucesso de Call of Duty com novos jogos todos os anos.

PRA RESUMIR

  • Battlefield 6 chega em 10 de outubro para Xbox Series X|S, PS5 e PC, após o longo hiato desde Battlefield 2042.

  • Rumores indicam que a EA planeja transformar Battlefield em uma franquia anualizada, assim como Call of Duty.

  • Três estúdios da empresa, incluindo DICE, Ripple Effect e EA Motive, poderiam se revezar no desenvolvimento de futuros títulos.

O Battlefield pode estar prestes a seguir os passos de Call of Duty, adotando uma estratégia de lançamentos anuais. Enquanto a franquia da Activision se consolidou como um dos maiores sucessos da indústria ao oferecer um novo título todo ano, com campanha, multiplayer e modos cooperativos, a série da EA sempre manteve um ritmo mais espaçado, com novos jogos a cada dois ou três anos.

O próximo título da franquia, Battlefield 6, chegará em outubro de 2025, quatro anos após o controverso Battlefield 2042, que acabou prejudicando a reputação da série. Esse intervalo maior foi considerado essencial para que os estúdios pudessem identificar os erros cometidos e trabalhar em um jogo que resgatasse a essência de Battlefield. O resultado é que o novo game já está sendo apontado como uma das grandes apostas do gênero FPS deste ano.

No entanto, o futuro pode reservar uma mudança ainda mais radical. Segundo o analista Michael Pachter, o gerente geral de Battlefield, Byron Beede, teria revelado planos para tornar a franquia anual até a década de 2030. A ideia seria estabelecer um rodízio entre três estúdios — DICE, Ripple Effect e EA Motive — de forma semelhante ao que a Activision faz com Infinity Ward, Treyarch e Sledgehammer Games em Call of Duty.

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Esse formato permitiria que cada estúdio tivesse mais tempo de produção, enquanto a marca Battlefield continuaria a receber lançamentos frequentes. Assim, a EA poderia explorar diferentes épocas históricas, conflitos modernos ou até spin-offs no estilo de Battlefield: Hardline.

Apesar disso, tudo ainda deve ser visto com cautela. Pachter não apresentou citações diretas e pode ter interpretado de forma incorreta as declarações de Beede. O certo é que tanto ele quanto Vince Zampella, também envolvido na franquia, têm histórico dentro de Call of Duty, o que fortalece a possibilidade de que a EA esteja de fato tentando aplicar a fórmula de sucesso de sua concorrente.

Por outro lado, nem todos acreditam que essa seja a melhor escolha. Parte do apelo de Battlefield está em sua longevidade, já que títulos como Battlefield 4 e Battlefield 1, mesmo com quase uma década, ainda contam com comunidades ativas. Com lançamentos anuais, essa durabilidade poderia ser comprometida, já que os jogadores não teriam tempo para criar apego aos jogos.

Ainda que o suposto plano esteja a pelo menos cinco anos de distância, tudo dependerá do desempenho de Battlefield 6. Se o game conseguir manter a base de fãs engajada por longo prazo, a EA pode reconsiderar a estratégia e manter o modelo mais espaçado. Por enquanto, só nos resta aguardar a confirmação oficial.

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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
Web Designer, apaixonado por tecnologia e gamer orgulhoso de acompanhar todas as gerações e seus grandes títulos.
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