O número de desenvolvedores na id Software permanece estável e comparável ao auge de DOOM (2016)

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A gigante tecnológica reforçou que o motor gráfico proprietário continua sendo o pilar central para os próximos lançamentos da Bethesda e de seus estúdios parceiros.

PRA RESUMIR

  • A Microsoft desmentiu a migração forçada para a Unreal Engine e reafirmou o uso contínuo da id Tech.
  • O número de desenvolvedores na id Software permanece estável e comparável ao auge de DOOM (2016).
  • Estúdios como a MachineGames seguem utilizando versões customizadas do motor, como visto no recente Indiana Jones and the Great Circle.

Apesar dos rumores recentes sugerindo que a equipe de engenharia da id Software teria sido severamente afetada por cortes, novos relatórios indicam que a id Tech continua mais viva do que nunca. De acordo com informações de Jez Corden, do Windows Central, a ideia de que o desenvolvimento do motor proprietário estaria congelado é falsa. A Microsoft se posicionou oficialmente, afirmando que dezenas de profissionais continuam trabalhando na tecnologia em múltiplas localizações, desmentindo boatos de que o time teria sido reduzido a níveis críticos.

O impacto da id Tech vai muito além dos muros da id Software. A MachineGames, responsável pela franquia Wolfenstein, possui ampla expertise no software e utilizou uma bifurcação avançada da id Tech 7, apelidada de Motor, para entregar o impressionante visual de Indiana Jones and the Great Circle. Essa integração entre os estúdios da Bethesda reforça que o Xbox não tem planos de forçar a transição para motores de terceiros, como a Unreal Engine, preservando a identidade técnica que define seus shooters de elite.

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A história dessa tecnologia é um dos pilares da indústria de jogos. Desde sua primeira iteração em 1996 com Quake, a id Tech serviu de base para ícones como o Call of Duty original e foi modificada pela Valve para criar o motor GoldSrc, que deu vida a Half-Life e Counter-Strike. Esse legado de alta performance e facilidade para modificações continua sendo um diferencial competitivo crucial para a Microsoft em 2026.

Atualmente, todas as atenções se voltam para DOOM: The Dark Ages, o título mais recente a utilizar a iteração mais moderna da id Tech. Este projeto marcou um salto geracional ao ser o primeiro da franquia a exigir suporte obrigatório a Ray Tracing via hardware, consolidando o motor como uma das ferramentas mais potentes do mercado para renderização de ponta. Com o suporte garantido pela Microsoft, a expectativa é que a tecnologia continue evoluindo para definir os padrões visuais da atual geração.

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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
Web Designer, apaixonado por tecnologia e gamer orgulhoso de acompanhar todas as gerações e seus grandes títulos.
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