Indiana Jones and the Great Circle mantém visão em primeira pessoa como essência
Indiana Jones and the Great Circle reforça narrativa com perspectiva em primeira pessoa.

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PRA RESUMIR
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A MachineGames deixou claro que o recém-lançado Indiana Jones and the Great Circle sempre foi pensado como uma experiência em primeira pessoa. Durante uma palestra no evento Develop:Brighton, o diretor de design Jens Andersson explicou que a escolha foi natural para o estúdio. “Foi um dado para nós. Não havia escolha. Adoramos essa perspectiva. É uma forma poderosa de contar histórias”, afirmou.
Andersson reforçou que, para o jogador se tornar verdadeiramente o arqueólogo aventureiro, seria necessário ver o mundo pelos olhos de Indiana Jones. “Se você vai ser o Indy, precisa olhar através dos olhos dele, precisa se sentir como ele”, declarou.
Ele também destacou que a maior dificuldade do projeto não foi essa decisão criativa em si, mas sim o desafio de fazer o jogador sentir-se como Indiana Jones, algo que o estúdio levou anos para lapidar. “Sabíamos que seria muito difícil, mas sentimos que conseguimos alcançar isso. Levou tempo, claro, mas não foi a parte mais complicada do processo. Outras áreas levaram mais tempo para acertar até o final.”
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Essa abordagem narrativa em primeira pessoa faz parte da identidade da MachineGames, que utilizou a mesma perspectiva em toda sua aclamada série Wolfenstein, desde The New Order até Youngblood e o título em VR Cyberpilot, em parceria com a Arkane Lyon.
Mesmo com certa resistência interna no início do desenvolvimento — inclusive com sugestões para que o jogo fosse em terceira pessoa —, a MachineGames manteve sua visão original. O próprio Phil Spencer, CEO da Microsoft Gaming, comentou sobre isso:
“Fiquei realmente inspirado ao ver a MachineGames pegar um IP como o do Indiana Jones e fazer algo tão único. Algumas pessoas queriam que fosse em terceira pessoa, mas o estúdio manteve sua convicção. E uma vez que você joga, percebe que você é o Indy.”
Spencer também enfatizou que deseja que os estúdios da Microsoft continuem a ter liberdade criativa: “Queremos que as equipes contem suas próprias histórias da maneira que acharem melhor. Ainda temos muito espaço para criar novas franquias e explorar ideias inéditas.”
A jornada de Indy não termina no jogo base. Em setembro, será lançada a expansão The Order of Giants, que levará os jogadores a Roma, explorando catacumbas subterrâneas em uma nova missão repleta de ação e mistério. A expansão será lançada simultaneamente para PC, PS5 e Xbox Series X/S.
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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
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