Jogadores de Call of Duty revoltados com o modo campanha sempre online
Lançamento de Call of Duty: Black Ops 7 é ofuscado por uma campanha “horrível” e pela obrigatoriedade de recomeçar missões inteiras após qualquer interrupção na jogatina single-player.

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PRA RESUMIR
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A mais nova adição da Activision à série Black Ops, Call of Duty: Black Ops 7, mal chegou e já está sob fogo cruzado. Além da crítica contundente de que a Campanha é “horrível” — focada na “avaliação psicotrópica” de David Mason — o jogo apresenta um problema de design fundamental que está enfurecendo os jogadores: a falta de checkpoints nas missões.
Isso significa que, se o jogador precisar sair, desconectar ou mesmo for expulso do jogo por ficar AFK (sim, até mesmo no modo solo!), ele terá que reiniciar toda a missão do zero, incluindo todas as cutscenes introdutórias.
“Se você ficar AFK, será expulso do jogo, o que pode acontecer mesmo sozinho.”
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Os problemas do modo solo não param por aí: não há opções de pausa e os companheiros de esquadrão controlados pela IA estão ausentes da jogabilidade real, embora ainda apareçam em cutscenes. A experiência single-player, que está sempre online, está sendo comparada a um Destiny, mas de forma “mais boba” e sem opções de dificuldade.
O jogo, que teve seu desenvolvimento iniciado na mesma época de Black Ops 6 do ano passado, já reflete a insatisfação da comunidade: ele possui atualmente uma classificação “Mista” no Steam, com apenas 50% de aprovação nas análises dos usuários.
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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
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