Destiny 2 cai para mínimas históricas e diretor admite: "Não funcionou"
Após o fiasco de The Edge of Fate, o diretor Tyson Green afirma que o estúdio está abandonando a mentalidade de "jogo vivo" e priorizando "recompensas reais" para recuperar a base de jogadores.

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PRA RESUMIR
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Apesar da iminente chegada da expansão Renegades, a situação de Destiny 2 está crítica. Após o lançamento de The Edge of Fate, o número de jogadores caiu consistentemente para níveis recordes, resultado direto de mudanças impopulares em sistemas centrais, como níveis de Poder e a introdução do Portal.
O diretor de jogo Tyson Green admitiu à IGN que a estratégia pós-The Final Shape, focada em "mais sistemas de perseguição" e "progressão de poderes", falhou.
"Parece ótimo no papel, mas não funcionou," reconheceu Green. "Acho que aprendemos várias lições difíceis sobre o que nossos jogadores querem."
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Green enfatizou que a Bungie está empenhada em uma correção de rumo, rejeitando o modelo passivo de "jogo vivo" que ignora o feedback da comunidade.
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Ouvir a Comunidade: "Existem realmente dois tipos de jogos ao vivo: aqueles que ouvem os jogadores e respondem, e aqueles que não respondem."
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Foco em Recompensas: "Não queremos ser um jogo vivo, queremos continuar construindo Destiny. Então estamos ouvindo nossos jogadores, e o que eles estão nos dizendo é que eles não querem correr atrás de um número simples que sobe, eles querem recompensas reais."
A expansão Destiny 2: Renegades, lançada em 2 de dezembro para Xbox, PlayStation e PC, chega em um momento de alta pressão. Com uma temática que é uma interpretação do universo Star Wars — apresentando Praxic Blades (sabres de luz) e o Império Barant — a DLC precisa ser mais do que apenas um disfarce para revitalizar o jogo.
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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
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