Diretor de Final Fantasy 7 Remake defende a polêmica da "tinta amarela" como guia nos jogos

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Diretor Naoki Hamaguchi defende o uso de indicadores de escalada em jogos de mundo aberto, citando a necessidade de design em mundos fotorrealistas.

PRA RESUMIR

  • O diretor Naoki Hamaguchi (Final Fantasy 7 Remake) defendeu o uso de indicadores visuais (como tinta amarela) em jogos de mundo aberto, argumentando que há uma necessidade de design em ambientes fotorrealistas para guiar o jogador e distinguir cenário de interatividade.

  • O debate se intensifica com jogos como Final Fantasy 7 Rebirth, mas Hamaguchi insiste que a necessidade de guiar o jogador é crucial, embora reconheça que o "como" isso é feito é a parte mais controversa.

  • Hamaguchi confirmou que Final Fantasy 7 Remake Part 3 não será um jogo menor que Rebirth, e a primeira parte da trilogia (Intergrade) será lançada para Xbox Series X/S e Nintendo Switch 2 em janeiro de 2026.

Um dos debates mais antigos entre a comunidade gamer moderna é o uso de cores chamativas (como a tinta amarela) ou sinais óbvios para indicar onde o jogador pode interagir ou escalar em jogos de mundo aberto. O diretor da trilogia Final Fantasy 7 Remake, Naoki Hamaguchi, reconheceu essa crítica, mas defendeu a importância desses elementos de design em um mundo cada vez mais fotorrealista.

Em entrevista ao GamesRadar, Hamaguchi explicou que, à medida que os jogos se tornam visualmente mais detalhados, os desenvolvedores precisam de uma maneira clara de distinguir o que é simplesmente cenário e o que é um elemento de jogabilidade.

"Eu entendo que há um debate sobre isso... Acho que, como jogo, definitivamente há uma necessidade desse tipo de coisa de várias maneiras," afirmou Hamaguchi.

O segundo jogo da trilogia, Final Fantasy 7 Rebirth, utilizou esses significantes de forma clara, seja para indicar paredes escaláveis ou para exigir chocobos específicos para desbloquear terrenos. O método não é novo, sendo utilizado, por exemplo, em Assassin's Creed 2 (2009), que usava panos brancos para marcar o início de trilhas de parkour.

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Enquanto críticos argumentam que esses marcadores quebram a imersão, Hamaguchi insiste que a "necessidade de guiar os jogadores" para mostrar o que pode ser feito é real, e que o debate deveria se concentrar em como isso é feito. Outros jogos encontraram soluções diferentes, como Horizon Forbidden Door, que utiliza o Foco de Aloy para destacar pontos de escalada em montanhas altamente detalhadas.

A postura de Hamaguchi sugere que o vindouro Final Fantasy 7 Remake Part 3 também continuará a usar mecanismos de orientação. O diretor fez questão de afirmar que o próximo título "não será um jogo menor" do que Rebirth, dissipando rumores de que ele teria um ritmo mais curto.

Enquanto isso, a primeira parte da trilogia – Final Fantasy 7 Remake Intergrade – está se preparando para chegar ao Xbox Series X/S e Nintendo Switch 2 em 22 de janeiro de 2026.

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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
Web Designer, apaixonado por tecnologia e gamer orgulhoso de acompanhar todas as gerações e seus grandes títulos.
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