Vazamentos revelam as entranhas técnicas do PlayStation 6
Novos detalhes apontam para uma GPU customizada, 30 GB de RAM GDDR7 e uma estratégia agressiva para o novo PS6 Portátil.

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PRA RESUMIR
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O futuro da Sony no hardware está começando a ganhar contornos técnicos impressionantes, mas com escolhas de arquitetura curiosas. Segundo o renomado informante KeplerL2, a GPU do PlayStation 6 não será puramente baseada na arquitetura RDNA 5 da AMD; em vez disso, a Sony deve seguir um caminho de customização híbrida. Essa abordagem ecoa o que foi feito no PS5, que opera sob a arquitetura RDNA 1 com modificações específicas para Ray Tracing.
A diferença de arquitetura é crucial para o desempenho: o exemplo clássico citado na comunidade técnica foi Warhammer 40,000: Space Marine 2, onde o Xbox Series X levou vantagem sobre o PS5 em estabilidade de quadros por lidar melhor com mesh shaders — uma tecnologia onde as arquiteturas mais modernas da AMD têm clara superioridade sobre a base RDNA 1.
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No campo da memória, o salto é geracional. O PS6 doméstico deve ostentar massivos 30 GB de RAM GDDR7, enquanto a aguardada versão portátil contará com 24 GB. Essa memória atingirá velocidades de transferência de até 32 GB/s, resultando em uma largura de banda total de 640 GB/s através de um barramento de 160 bits. Para garantir que o portátil aguente o tranco, a Sony estaria forçando o uso de 8 threads e atualizando seu SDK para priorizar o baixo consumo de energia, usando o novo modo Power Saver como um laboratório para futuros títulos mobile.
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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
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