Dying Light: The Beast prioriza jogabilidade e diversão sobre narrativa

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Novo Dying Light: The Beast foca na diversão e na ação, não em dilemas filosóficos.

PRA RESUMIR

  • Dying Light: The Beast será um jogo mais focado na jogabilidade intensa e no entretenimento, deixando de lado abordagens narrativas profundas.

  • A Techland reconheceu que Dying Light 2 se afastou do horror e da tensão que marcaram o original e quer resgatar essa essência.

  • O novo título, considerado internamente como o verdadeiro Dying Light 3, terá cerca de 20 horas de campanha, com conteúdo adicional que pode chegar a 50 horas de jogo.

A desenvolvedora Techland revelou que o foco principal de Dying Light: The Beast será a diversão pura, deixando de lado ambições narrativas densas. Em entrevista ao GamesRadar, o diretor da franquia, Tymon Smektala, afirmou que o objetivo da equipe é proporcionar uma experiência dinâmica e cativante, colocando a jogabilidade em primeiro plano.

“É muito mais fácil — e mais impactante — para nós evoluirmos no aspecto da jogabilidade”, disse Smektala. Ele destacou que não é necessário que a série se torne “a mais ambiciosa em termos de enredo”, mas sim que apresente personagens marcantes enfrentando desafios intensos, com histórias envolventes, porém sem mergulhar em filosofias profundas ou dilemas morais complexos.

Ao comparar com jogos de narrativa forte como The Last of Us, Smektala foi claro: Dying Light não é o espaço ideal para esse tipo de abordagem. “Não precisamos questionar a moralidade dos jogadores”, afirmou. “Fazemos jogos sobre mecânicas incríveis, com personagens legais. A seriedade excessiva simplesmente não funciona dentro do universo da franquia.”

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Em junho, o diretor já havia deixado claro que Dying Light: The Beast está sendo tratado como uma verdadeira sequência da série, e não como um simples spin-off. Segundo ele, o retorno de Kyle Crane e o uso de uma nova versão da engine de jogo despertaram grande entusiasmo na equipe.

Além disso, Smektala reconheceu que Dying Light 2: Stay Human se afastou da essência do original, o que decepcionou parte da comunidade. “O primeiro jogo era voltado para nosso público central: um survival horror hardcore com mundo aberto e elementos de sobrevivência bem definidos. Em Dying Light 2, perdemos parte disso: a tensão, o perigo, o medo.”

O novo capítulo começou como um DLC para Dying Light 2, mas com o avanço do projeto, a Techland passou a tratá-lo internamente como Dying Light 3. A expectativa agora é grande em torno do que poderá ser feito com os novos recursos técnicos e melhorias no gameplay.

Dying Light: The Beast tem lançamento marcado para 22 de agosto, disponível para PC, PS5 e Xbox Series X/S. A campanha principal terá cerca de 20 horas de duração, com conteúdo adicional que poderá somar entre 20 e 30 horas extras para os jogadores mais dedicados.

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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
Web Designer, apaixonado por tecnologia e gamer orgulhoso de acompanhar todas as gerações e seus grandes títulos.
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