Dying Light: The Beast promete resgatar essência e qualidade AAA

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Diretor da franquia admite erros com Dying Light 2 e promete um retorno à alma de Dying Light no novo The Beast.

PRA RESUMIR

  • A Techland reconhece que se distanciou do DNA original de Dying Light ao desenvolver Dying Light 2.

  • O novo jogo, Dying Light: The Beast, é visto como uma verdadeira sequência, trazendo de volta o que os fãs mais amam.

  • A promessa é equilibrar polimento de nível AAA com a intensidade e tensão do survival horror que consagrou a franquia.

Durante uma entrevista ao GamesRadar, Tymon Smektala, diretor da franquia Dying Light, compartilhou reflexões profundas sobre a trajetória da Techland e os rumos que a série está prestes a tomar com o lançamento de Dying Light: The Beast. Segundo ele, quando o primeiro jogo foi lançado, o estúdio se via como um azarão na indústria. Ainda pequeno, ninguém esperava que entregassem algo tão impactante quanto o título que, mais tarde, se tornaria um clássico cult entre os fãs de horror de sobrevivência.

“Quando lançamos o primeiro Dying Light, éramos um estúdio azarão. Ninguém esperava que faríamos um jogo tão incrível quanto aquele”, afirmou Smektala.

No entanto, com a chegada de Dying Light 2: Stay Human, embora o jogo tenha sido um sucesso comercial, Smektala reconhece que o estúdio cometeu erros estratégicos. Na tentativa de tornar o jogo mais acessível para um público mais amplo, parte da identidade que fez o primeiro jogo tão especial foi deixada de lado. Ele admite que a equipe sacrificou o DNA da série em nome de um polimento mais amplo e padronizado.

“Nossos fãs disseram: ‘isso não é o que tornou Dying Light tão especial’”, comentou Smektala, reforçando a ideia de que a comunidade mais fiel sentiu a falta do clima tenso e ameaçador.

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Com Dying Light: The Beast, a Techland quer acertar o equilíbrio. A proposta é entregar uma experiência que combine a qualidade técnica de um AAA com a intensidade brutal e sombria que definiram o primeiro jogo. Smektala afirma que a equipe está determinada a mostrar que o "mojo" da Techland não desapareceu — e que sabe exatamente o que torna Dying Light único.

“Queremos entregar os dois: a qualidade AAA e o que torna Dying Light... Dying Light”, afirmou o diretor.

Ele também destacou que, apesar de o novo jogo ter começado como uma expansão de Dying Light 2, a ambição cresceu — especialmente com o retorno de Kyle Crane, protagonista do primeiro título. Segundo Smektala, o entusiasmo da equipe cresceu junto com as possibilidades que a nova versão da engine ofereceu.

“Talvez tenha começado como um projeto menor, mas agora temos confiança na nova mecânica e no impacto do retorno do Crane.”

Dying Light: The Beast será lançado em 22 de agosto de 2025, com versões para PC, PS4, PS5, Xbox One e Xbox Series X/S. E se tudo correr como o planejado, os fãs terão não só um reencontro com a essência da franquia, mas também um novo capítulo à altura de suas expectativas.

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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
Web Designer, apaixonado por tecnologia e gamer orgulhoso de acompanhar todas as gerações e seus grandes títulos.
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