Dying Light: The Beast quer provar que vale cada centavo
Dying Light: The Beast cresce em ambição e justifica preço com escopo e retorno de protagonista.

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PRA RESUMIR
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Inicialmente pensado como apenas uma expansão de Dying Light 2 Stay Human, o próximo capítulo da franquia, Dying Light: The Beast, acabou se tornando algo muito maior. Em entrevista ao The Thumb Wars, o diretor da série, Tymon Smektala, explicou os motivos por trás da decisão da Techland de lançar o título como um jogo completo por US$ 60, destacando o crescimento inesperado do projeto.
Segundo Smektala, embora o valor cobrado seja o de um jogo completo, a equipe não o vê exatamente como um aumento de preço, já que a proposta do jogo evoluiu consideravelmente nos últimos meses. "É difícil chamar de aumento. A verdade é que o jogo cresceu – especialmente nos últimos seis meses do ano passado e no início deste ano", comentou ele.
Um dos maiores catalisadores dessa expansão foi o retorno de Kyle Crane como personagem principal. A presença do herói do primeiro jogo reacendeu a chama criativa da equipe, resultando em um projeto com mais escopo, profundidade e ambição. “Desde o começo ficou claro que ter o Crane de volta nos energizou, inspirou e despertou a vontade de fazer algo verdadeiramente especial”, disse Smektala.
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Com o tempo, a Techland continuou acrescentando elementos, aprimorando a tecnologia e ajustando aspectos do jogo até perceber que estavam diante de um título que poderia ser considerado o melhor Dying Light já feito. Segundo o diretor, o escopo do jogo vai muito além do que foi inicialmente anunciado, tornando-se uma experiência robusta, imersiva e cheia de conteúdo.
Questionado sobre a reação dos fãs ao novo preço, Smektala pediu paciência: “Eu só pediria que esperassem para ver o pacote final. Tenho plena confiança de que, ao jogarem, os fãs perceberão que o preço – que nem é dos mais altos hoje em dia – faz sentido”. Ele ainda revelou que a campanha principal leva em torno de 20 horas, mas que o conteúdo adicional dobra esse tempo. “Na minha última jogatina, levei cerca de 37 horas — e nem explorei tudo”, completou.
Dying Light: The Beast será lançado no dia 19 de setembro para PC, PS5 e Xbox Series X/S, com versões para PS4 e Xbox One chegando em uma data posterior. Smektala também já havia comparado o jogo a outros títulos de mundo aberto, como Assassin's Creed Shadows, destacando que a proposta aqui é entregar uma experiência completa e finalizável, sem se perder em infinitas atividades paralelas que muitos jogadores acabam abandonando.
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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
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