Donkey Kong Bananza aposta em destruição e força com gameplay em voxel
Donkey Kong Bananza traz força bruta e voxel como núcleo da jogabilidade.

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PRA RESUMIR
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Com o lançamento de Donkey Kong Bananza marcado para o dia 17 de junho, a Nintendo tem intensificado a divulgação de informações sobre o novo título — e agora foi confirmado que ele foi criado pela mesma equipe responsável por Super Mario Odyssey. Pouco tempo após essa revelação, o produtor Kenta Motokura explicou ao IGN que o jogo surgiu a partir de um convite direto da Nintendo para criar uma nova aventura 3D com Donkey Kong como protagonista.
Segundo Motokura, o executivo Yoshiaki Koizumi foi quem abordou a equipe com a ideia. Isso é especialmente marcante, já que desde Donkey Kong: Jungle Beat (2004) a série havia se mantido nos moldes de plataforma lateral 2D, embora com uso de gráficos tridimensionais.
“A Nintendo tem muitos personagens em seu arsenal, e estamos sempre analisando o momento certo para trazê-los de volta em novos jogos para agradar ao público. Mas essa é só minha percepção — a resposta real está com o Sr. Koizumi”, comentou Motokura.
Ao aceitar o desafio, a equipe se reuniu com Shigeru Miyamoto, criador do próprio Donkey Kong, para apresentar conceitos. Nesse processo criativo, surgiu a ideia de que Donkey Kong deveria ter ações únicas baseadas em sua força física superior, em comparação com personagens como Mario.
“Pensamos em ações como tapas poderosos, sopros de força e outras mecânicas que só alguém como Donkey Kong poderia executar”, explicou Motokura.
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Koizumi, que também foi diretor de Jungle Beat, acrescentou que os braços longos e fortes do personagem sempre foram uma de suas marcas mais distintas. A equipe então se concentrou em como essas qualidades poderiam ser traduzidas em mecânicas de jogo realmente inovadoras.
A grande virada na produção aconteceu quando um desenvolvedor começou a experimentar com tecnologia voxel, que utiliza pixels tridimensionais e é conhecida por permitir interação com o ambiente, como destruição ou modificação em tempo real. Esse tipo de tecnologia já havia sido explorado em jogos como Minecraft ou Teardown, e até em Super Mario Odyssey, especificamente no reino Luncheon Kingdom.
“Quando percebemos o quanto as características físicas do Donkey Kong combinavam com as possibilidades de destruição proporcionadas pelos voxels, ficou claro que estávamos diante de uma ideia forte o suficiente para ser o centro do gameplay”, afirmou Motokura.
O resultado é um jogo onde destruir cenários faz parte da estratégia, e as habilidades do personagem se conectam diretamente com a forma como o jogador interage com o ambiente.
Donkey Kong Bananza será lançado exclusivamente para o Nintendo Switch 2, com modo cooperativo e áreas desafiadoras como o Challenge Course. O título promete renovar a franquia com ação em 3D e destruição voxel, trazendo de volta o Rei da Selva com todo o seu poder.
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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
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