The Chinese Room conquista independência e confirma dois novos jogos

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The Chinese Room agora é estúdio independente e já trabalha em dois novos projetos.

PRA RESUMIR

  • O The Chinese Room tornou-se independente da Sumo Digital, com apoio da Hiro Capital.

  • O estúdio será liderado por Ed Daly e já trabalha em duas novas propriedades intelectuais.

  • A separação ocorre após a ex-controladora decidir abandonar IPs originais e focar em serviços para terceiros.

O aclamado estúdio britânico The Chinese Room anunciou oficialmente que agora opera de forma independente, se desvinculando da sua antiga controladora, Sumo Digital. A decisão marca uma nova fase para a equipe, que será liderada por Ed Daly, veterano que já atuava como diretor do estúdio. A movimentação contou com o apoio financeiro da Hiro Capital, uma empresa de venture capital com foco no setor de entretenimento e tecnologia.

Segundo Spike Laurie, sócio da Hiro Capital, a iniciativa tem como objetivo preservar o caráter criativo e local do estúdio:

The Chinese Room é uma verdadeira história de sucesso do Reino Unido, reconhecida por sua identidade única e capacidade criativa global. Eles agora voltam a controlar o próprio destino, mantendo-se como um estúdio britânico.”

Laurie também fez um alerta sobre a importância de apoiar estúdios locais em tempos difíceis:

“Estamos em risco de perder essas joias criativas para corporações estrangeiras. Isso seria um desperdício para a indústria britânica de jogos, que movimenta US$ 5,5 bilhões e é reconhecida no mundo todo.”

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O estúdio revelou ainda que a Sumo Digital estava considerando vendê-lo para uma empresa de private equity, o que não se alinhava à visão criativa da equipe. Vale lembrar que a própria Sumo já havia declarado que não continuaria investindo em franquias próprias, optando por atuar apenas como prestadora de serviços para outras desenvolvedoras.

Segundo Ed Daly, a independência reacende o espírito criativo do estúdio:

“Essa aquisição de gestão nos permite voltar a criar IPs originais, além de colaborar com outros estúdios quando houver sinergia criativa. É isso que queremos continuar fazendo.”

Dentro dessa nova fase, o The Chinese Room já confirmou que dois novos títulos originais estão em produção. Ambos os projetos são separados de Vampire: The Masquerade – Bloodlines 2, jogo com publicação sob responsabilidade da Paradox Interactive.

Fundado em 2007 e conhecido por obras imersivas como Dear Esther e Everybody’s Gone to the Rapture, o estúdio foi adquirido pela Sumo em 2018, pouco depois de ter encerrado suas atividades temporariamente em 2017 devido a dificuldades financeiras.

O lançamento mais recente da equipe foi o elogiado jogo de terror Still Wakes the Deep, que chegou ao mercado em junho de 2024 para PC, PS5 e Xbox Series X/S. Em julho, o título ganhou seu primeiro DLC de história, chamado Siren’s Rest, expandindo o universo narrativo com mais mistério e tensão.

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Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
Web Designer, apaixonado por tecnologia e gamer orgulhoso de acompanhar todas as gerações e seus grandes títulos.
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