Não tem jeito, a "equação de valor" do Game Pass sempre esbarra no preço
O serviço é inegavelmente robusto, mas o Game Pass Ultimate tornou-se um gigante inflado por benefícios que nem todo jogador quer pagar.

A admissão de Asha Sharma sobre o custo elevado do Game Pass não é apenas uma gentileza corporativa; é o reconhecimento de uma barreira intransponível. No fim do dia, tudo passa pelo preço. Podemos discutir bibliotecas vastas e lançamentos no primeiro dia, mas o serviço só é realmente competitivo quando o boleto não pesa mais que a diversão. O valor está lá, mas o preço atual expulsou o custo-benefício da sala.
O grande problema do Game Pass Ultimate é que ele se tornou um pacote repleto de "penduricalhos" que ajudaram a inflar o valor final de forma desnecessária. É o plano mais caro? Sim, e aceitamos que o topo da pirâmide tenha seu custo, mas não precisava ser dessa forma.
|
VOCÊ TAMBÉM PODE SE INTERESSAR |
Há uma gordura óbvia que poderia ser cortada para tornar o acesso mais ágil e focado no que importa: jogar.
Se a Microsoft quer uma nova "equação de valor", o caminho é a simplificação. Tem como tirar itens que hoje só servem para justificar cifras altas (como vantagens cosméticas para títulos que nem todos jogam — tchau, Fortnite!). O jogador quer o jogo, a estabilidade e um preço que não o faça questionar a assinatura todo mês. Menos mimos irrelevantes e mais foco no valor real da mensalidade é o único jeito de manter o Game Pass como o "melhor negócio dos games".
Em memorando interno, Asha Sharma reconhece que o preço atual afasta jogadores e levanta rumores sobre a possível saída de Call of Duty do catálogo.
— GAMEWIRE (@ogamewire) April 13, 2026
🔗 https://t.co/quUg5N9Ql5 pic.twitter.com/SU3tWnLXzg
Inscreva-se no canal GameWire no YouTube e acompanhe nossos conteúdos e produções de parceiros. Siga-nos também no Facebook, Instagram e X, para ficar por dentro das novidades que preparamos especialemnte para você!
Tem uma dica de notícia ou quer entrar em contato conosco diretamente? Então faça contato através do e-mail
Marcos Paulo I. Oliveira
MPIlhaOliveira
ou publicar como visitante
Seja o primeiro a comentar.
