
Com o sucesso do primeiro jogo e o imenso suporte da comunidade não era novidade nem inesperado o fato de que a The Game Kitchen trabalhava em algo relacionado a Blasphemous. A última dlc entregava que a penitência iria continuar e com imensa alegria digo que entregaram um dos melhores jogos já feitos no gênero .
Primeiramente falarei da premissa COM SPOILERS – SE VOCÊ NÃO JOGOU O PRIMEIRO JOGO NÃO RECOMENDO A LEITURA DO PRÓXIMO PARÁGRAFO
Passaram-se anos após o último combate do penitente contra o milagre e as vontades supremas . Com o fim do embate o fenômeno religioso perde força já que a fé ingênua que as pessoas tinham em seus arautos eram o catalizador da vida eterna da vontade suprema e de seus ensinamentos por toda Custodia.
FIM DO SPOILER
Acordamos num lugar estranhamente familiar . O penitente passou séculos num sarcófago e o motivo de seu despertar é incerto. Ele é visitado por uma visagem chamada ANUNCIADA que diz que o milagre achou seu caminho nos corações das pessoas desesperadas mais uma vez . A arquiconfraria o esperava : Arautos do antigo milagre que anteciparam sua volta a esse mundo e esperavam-no calmamente para o embate . Mais uma vez o penitente deve percorrer uma terra perdida e lutar contra a influência do milagre e seus asseclas. E mais, impedir o nascimento da nova criança do milagre , criança essa que criaria uma nova era de sua influência nesse mundo e nas pessoas.
Graficamente o jogo está belíssimo. Tudo foi melhorado : gráficos de personagens, efeitos de armas e seus designs , cenários...pra nós que gostamos de jogos de orçamento menor é um deleite jogar e até mesmo observar um trabalho tão belo. Efeitos sonoros entregam bons resultados mas pra mim o ponto alto é sua trilha sonora feita pelo excelente Carlos Viola. O estúdio situado em Sevilha usa de folclore espanhol e suas raízes para criar algo único e ímpar no mercado . A música flamenca misturada com violões , violinos e outros instrumentos como baixo e violoncelo são lindas . Não há como escolher favorita e sim FAVORITAS .
O combate é delicioso . Colocaram 2 novas armas extremamente criativas e que dão o tom de combate rápido ou pesado . Já a espada com um terço envolto em sangue chamada Ruego al Alba tem moveset semelhante a mea-culpa do jogo anterior mas é igualmente essencial em alguns chefes com seu equilíbrio. Não vou dizer nada sobre as outras duas e espero que conheçam e se divirtam a sua maneira mesclando elas no mundo de blasphemous como EU ME DIVERTI.
Caso queria fazer o final verdadeiro e completar 100% de mapa o jogo entrega conteúdo robusto de 25 horas em média. Me apaixonei de novo por essa franquia e por esse estúdio tão incrível que usa suas raízes para dar um tom tão belo a uma obra como Blasphemous . Para este jovem escritor casual a segunda entrada da franquia não deixa nada a desejar a outros sucessos do mercado e rivaliza com colossos já estabelecidos como Metroid Dread , Symphony of the Night e o belíssimo Hollow Knight .
Boa jornada e lembrem-se : A penitência NUNCA TERMINA.
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Bruno Castelar
PSN: Sr-SuaMae
"Apesar de adorar todos os exemplos citados como contraponto a mais essa remasterização ele também é parte do problema e financia esse ultraje."

Sim meus amigos aconteceu: A Sony conseguiu MAIS UMA VEZ ! Trancou recursos como feedback háptico, resolução maior e até acrescentou um museu de missões canceladas e um modo roguelike. Mas você deve estar pensando, poxa , existem exemplos de empresas a rodo e até mesmo no próprio jardim da companhia japonesa que mostraram que dá pra fazer algo bacana pelos fãs sem cobrar por isso . O que acontece no estúdio da Naughty Dog, o que acontece com a obsessão em requentar e relançar obras de 2007 (Uncharted ) e 2013 ( The Last of US ) a rodo enquanto nós temos que saber projetos desse estúdio da sony e muitos outros por vazamentos gravíssimos de dados ?
Primeiro, eu adorei o jogo. Foram 122 horas no ps4 entre jogar e refazer a campanha e pessoalmente mesmo não sendo meu favorito como Ghost of Tsushima, o jogo entrega muita competência nos aspectos técnicos. Dito isso eu queria elucidar uma coisa: O jogo de ps4 já tem patch de 60 fps e resolução mais alta no PS5. No apagar das luzes, não há um fantasma pistoleiro tentando atirar na sua cabeça pra fazer esse upgrade. Porém, também sei que o ponto NÃO É SÓ ESSE e sim a ATITUDE da SONY em trancar recursos bacanas que poderiam muito bem ser implementados de forma grátis via update como feedback háptico, uma maior resolução e seus modos roguelike para revender e requentar até mesmo os que CONFIARAM NO PROJETO e o compraram NO PS4. Nisso meu amigo, eu entendo e respeito sua crítica e acho elas totalmente válidas. Mais ainda quando OPORTUNAMENTE o jogo sai do catálogo da PLUS meses antes e a cereja do BOLO: relançado a tempo de coincidir com o anúncio do casting da segunda temporada da série na HBO.
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Não estou aqui para apontar e julgar certas hipocrisias que críticos desse sistema da Sony fazem. Não estou aqui para analisar a competência do jogo. Estou AQUI para dizer que após testar o jogo A EXCEÇÃO O MODO ROGUELIKE que realmente demandou tempo e dedicação TODO O CONTEÚDO PODERIA TER SIDO NOS DADO VIA UPDATE GRÁTIS.
Sei que desenvolver jogos demanda tempo, dinheiro e muito trabalho mas como defender certas atitudes quando empresas como Capcom que nos entregam Ray Tracing e modo VRR em monitores compatíveis com três obras de 2017, 2019 e 2020 nos consoles? Até mesmo Resident Evil 4 chegou custando 260 BRL e com ambas as versões com upgrades gratuitos no Playstation. O trabalho da CD PROJEKT no belíssimo port pra PS5 / Series X e S de The Witcher 3 veio como atualização gratuita a quem já tem o game. O estúdio de God of War Ragnarok soltou um modo ROGUELIKE grátis pro jogo de 2022. Ubisoft e tantas outras fazendo patchs de 60 fps ou jogos que não demandam taxas de 10 dólares ou 50 reais para aproveitarmos suas versões next – gen ?
Existem muitos questionamentos e todos são reais. Partilho deles.
Dito isso, esse humilde escritor, assume: Apesar de adorar todos os exemplos citados como contraponto a mais essa remasterização ele também é parte do problema e financia esse ultraje . Porque? Porque ele gosta da obra. E somos reféns sempre daquilo que amamos e empresas como a SONY sabem disso.
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Bruno Castelar
PSN: Sr-SuaMae
"Blasphemous é VIDEOGAME PURO. Não deixem esse preconceito com jogos indies te afastarem do que pode ser um verdadeiro ODE a esse estilo tão fixado em obras gigantes e igualmente brilhantes como Hollow Knight e Symphony of the Night."

Em uma de minhas primeiras interações no twitter vi um post de marketing curioso : Um jogo indie de baixo orçamento financiado por jogadores no kickstarter focado em uma religião deturpada , metroidvania até o talo e com uma figura chocante e um tanto peculiar com uma espécie de capacete pontiagudo e uma espada cercada de espinhos . Eu não sabia, mas estava me interessando por um dos jogos mais divertidos que experimentei em 2019 . Seu nome era Blasphemous e o lançamento já era em setembro daquele mesmo ano.
A trilha sonora de Carlos Viola que misturava um flamenco acelerado ou até melancólico com guitarras e violões me encantaram. A gameplay era ao menos brutal e divertidíssima . Inimigos peculiares, cenários de desolação , igrejas destruídas... O vídeo de uma gameplay em fase quase finalizada me fez ter hype numa obra que até então era uma incógnita.
Quando comecei a jogar não parei. A pixel Art belíssima, a arte intrigante de seu mundo e seus personagens...os segredos, a história de desolação e religião , o misterioso penitente e sua irmandade do silêncio...O combate? Tal qual na demo era sensacional, direto e divertido. Um outro fator IMPRESCINDÍVEL pro gênero que é a trilha SONORA era belíssima e original. Passava horas e horas nos cenários admirando o que fizeram com tão poucos recursos . O jogo ao mesmo tempo que usava de elementos clássicos que já conhecíamos no gênero criava com sua direção de arte soberba um diferencial gigantesco no mercado. Se você cresceu jogando Castlevania : Symphony of The Night e algo próximo a esse tipo de gameplay como eu então saberá que está jogando algo extremamente especial nos primeiros minutos até a chegada na vila de Albero .
Após as quase 45 horas ininterruptas, 3 finalizações e muitos xingamentos claro porque blasphemous brinda a ousadia mas pune erros crassos de plataforma resolvi esperar por novidades. Afinal , um jogo tão belíssimo não poderia ficar só nessa empreitada e havia espaço para mais.
Nos patches seguintes que foram sendo soltos esporadicamente até 2021 o jogo foi recheado com conteúdo gratuito. Os desenvolvedores gravaram novas conversas em dois idiomas : espanhol e inglês. O penitente, inimigos e npcs receberam novas animações , diálogos e interações durante o jogo. O sistema de mapas foi totalmente refeito com mudanças bem vindas como marcações e uma paleta de cores melhor. Novos itens e orações foram adicionados de maneira tão orgânica que nem pareciam não ter feito parte do lançamento . E se não bastasse tudo isso , duas atualizações em si me fizeram rejogar esse jogo pelo menos uma vez ao ano : Stir of Dawn , que nos deu mais 2 cenários novos e 5 chefes conhecidas como amanecidas do milagre no new game plus e ainda pra celebrarmos a confirmação de uma sequência vindoura , Wounds of Eventide com 2 novos chefes imperdíveis , um FINAL extra fazendo ponte com a sequência já confirmada na época . E no meio desse calendário de novidades fizeram parceria com um gigante chamado KOJI IGARASHI e sua obra nova chamada Bloodstained que esse gamer aqui recomenda IMENSAMENTE TAMBÉM , numa quest completamente focada em puzzles de plataforma e obstáculos . Existem outras coisas maravilhosas que eles adicionaram também mas quero que vocês descubram explorando custvdia assim como eu que claramente parecia uma criança perdida numa loja de brinquedos , fitando qual novidade ia conhecer na obra.
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Mas você deve estar pensando algo do tipo : Ok Castelar, tudo isso foi adicionado nesses dois anos de desenvolvimento e trabalho de correções aos sistemas de jogo certo? Quanto você pagou por todo esse conteúdo recheado?
NADA. Tudo isso foi feito pelo estúdio por conta da comunidade que recepcionou a obra, comprou, jogou e simplesmente trouxe aclamação mundial e carinho para os desenvolvedores que visando retribuir essa nossa paixão , fizeram tudo e até mais um pouco que tinham pensado para esse projeto . Blasphemous encanta não só pela qualidade mas por tantas nuances e exemplos positivos do que é saudável na indústria de videogame. Um jogo que tem a cara de uma cultura e estúdio apaixonado que entrega qualidade , amor e acima de tudo MUITA PAIXÃO em um projeto como esse.
Blasphemous é VIDEOGAME PURO. Não deixem esse preconceito com jogos indies te afastarem do que pode ser um verdadeiro ODE a esse estilo tão fixado em obras gigantes e igualmente brilhantes como Hollow Knight e Symphony of the Night. Podem me cobrar hoje e sempre.
A sequência é imperdível também e espero poder falar num artigo como esse em breve. Ela é tão fabulosa que não teria espaço pra por tudo que penso num só artigo. Obrigado a equipe GeekFusion também por cederem gentilmente esse espaço tão diverso e receptivo.
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Bruno Castelar
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Depois de 11 anos, os fãs de uma das maiores franquias de RPGs ocidentais finalmente poderão vivenciar um novo capítulo de sangue, destruição e história envolvente e frenética.
Caro leitor, é com o enorme prazer que nós da GoXbox News conseguimos trazer a análise de um dos jogos mais esperados do ano, Diablo 4. Agradecemos profundamente a Blizzard Entertainment pelo envio da cópia do jogo que nos trouxe a oportunidade de trazer em primeira mão, uma análise do jogo mais brutal já criado pelo estúdio. Nesta análise, trarei todos os pontos importantes que você precisa saber antes de adquirir esta experiência, aproveite.
A Franquia continua mais brutal do que nunca

Atmosfera sombria, cenários viscerais e uma história épica e sangrenta faz de Diablo 4 um grande primor que respeita o legado da franquia. O jogo possui uma enorme variedade de inimigos e vilões que somam com uma narrativa sombria e bem apresentada ao jogador. A trama é um ponto forte, pois além da campanha principal, as histórias paralelas trazem um contexto muito forte ao universo do game. No jogo, você é introduzido em Sanktuario, um lugar assolado pela escuridão e fanatismo deixado pelas milícias e pelo alto escalão religioso. Na sua jornada, você terá que pôr um fim na ameaça demoníaca de Llilith e sua legião de fanáticos e adoradores que tomaram conta das terras de Sanktuário, e desvendar os segredos sangrentos que moldaram o mundo ao seu redor. A narrativa caminha muito bem sendo bem explicada ao jogador com diálogos na medida certa, cutscenes e cinemáticas de muita qualidade. De fato, os criadores cumpriram muito bem o dever de casa.
Gameplay frenética com customizações variadas

Diablo 4 oferece ao jogador 5 classes de personagens para você começarmos nossa jornada. Entre estas estão: Druidas (guerreiros da natureza). Bárbaros (Guerreiros com foco em dano corpo a corpo em múltiplos alvos). Magos (especialistas em magia arcana). Renegados (assassinos versáteis) e Necromantes (Invocadores que disfrutam das habilidades da morte). Cada classe possui armas específicas e uma enorme variedade de armaduras para serem utilizadas de acordo a classe escolhida, como por exemplo: Machado de combate não pode ser utilizado por magos e sim, por bárbaros, além das habilidades que você vai construindo ao longo da sua jornada com a classe selecionada. Na minha experiência, utilizei o mago com minha classe principal, foquei em magias de zona e velocidade e um misto de elementos de fogo e eletricidade. A gameplay é satisfatória, com hordas de inimigos prontas para arruinar seus objetivos e com uma sensação satisfatória a cada horda em que você as elimina. Há grandes variedades de inimigos que partem de: Demônios, bandidos, monstros, soldados e muito mais que tornam sua experiência mais diversificada durante o seu caminho para apagar Lilith de Sanktuário. Indo para a parte de equipamentos, Diablo IV não deixa a desejar, equipamentos poderosos aparecem durante sua jogatina, completando missões e explorando o mundo de Sanktuário, que vão de: Varinhas, adagas, grimórios, cajados, espadas, escudos e machados entre outros. Arsenal bem volumoso não?
Sistema de progressão bem elaborado

Se tratando de um RPG de ação, Diablo 4 traz um sistema de progressão bem elaborado, mas não bagunçado. Com o decorrer da jogatina, o jogo irá explicar bem sua progressão de habilidades e poderes que você irá utilizar na medida em que progride seu personagem. O game possui uma árvore de habilidades que vão desde habilidades especiais até habilidades passivas que podem ser desbloqueadas ao aumentar de nível. Conforme seus níveis aumentam, os seus inimigos vão ficando mais fortes consequentemente então, prepare bem suas habilidades e mantenha seus equipamentos em constante evolução. E por falar em equipamentos, suas armas e armaduras podem ser melhoradas e modificadas para que fiquem de acordo com a sua build. Seja por adição de gemas, encantamentos ou o uso da forja para melhorar a qualidade de seus itens. Ao chegar no nível 50, será desbloqueado o quadro de paragon, uma enorme tabela de habilidades passivas que você irá utilizar para aumentar o poder de sua build para o pós-jogo.
Conteúdo pós-jogo e online com problema

Assim que você termina a campanha muito conteúdo pode ser aproveitado, eventos, missões secundárias, fortalezas e masmorras são um exemplo. Outro grande conteúdo que você pode perder horas aproveitando são as missões que são dadas pela Árvore dos Sussurros, onde você irá cobrar dívidas de pessoas que usaram o poder da arvore, mas não pagaram suas cabeças como prometido, espere por muitas recompensas e progressão ao concluir essas missões. Outro fator pós-game é o quadro de paragon, que permitirá você continuar com sua progressão montando muitos quadros de habilidades passivas do seu agrado, tornando seu personagem mais poderoso. Fazer eventos com os amigos podem tornar sua jogatina mais divertida. Vale ressaltar que, Diablo 4 possui Cross-play (jogar entre diferentes plataformas) e pode ser jogado localmente com um parceiro(a) no mesmo console (que foi o meu caso) joguei com o meu irmão para deixar a gameplay mais divertida e desafiadora. Apesar da diversão, Diablo 4 frusta quando o assunto é conectividade com o servidor, já que o próprio exige uma conexão com a internet, mesmo jogando sozinho e o pior é a queda constante de conexão causada pelo sobrecarregamentos dos servidores da Blizzard, fazendo assim, com que você perca a conexão e não consiga jogar até que os servidores voltem a normalidade, durante minha experiência, esses problemas eram bem crônicos. E não para por aí, como é exigido a conexão com internet, muitas vezes você fica na tela de início esperando sua vez de entrar no servidor para aproveitar o jogo. De um modo geral, os problemas de servidores podem atrapalhar, mas o conteúdo pós-game pode fazer você ficar mais tempo aproveitando essa experiência, mesmo até a Blizzard anunciar as novas atualizações de conteúdo que chegarão em breve.
Jogo tecnicamente bem otimizado, porém…

Minha experiência com Diablo 4 foi no console Xbox Series S. O jogo foi muito bem otimizado no console da Microsoft, com uma qualidade gráfica absurda, muitos detalhes em texturas, reflexos, iluminação e somado com uma direção artística de cair o queixo. O Jogo rodou a 1440p (resolução gráfica) a incríveis 60 FPS (frames por segundo). Apesar do jogo ser em câmera isométrica, conseguir entregar essas especificações a um console de entrada como o Xbox Series S é realmente impressionante. A dedicação dos desenvolvedores em polir, otimizar e executar o jogo na maior qualidade possível é de ser levada em consideração, ainda mais tratando-se de uma indústria que na maioria das vezes, não está comprometida em entregar o mínimo. No entanto, durante minha jogatina tive que lidar com bugs de travamento e carregamentos infinitos ao utilizar a viagem rápida para outro canto do mapa e também quedas de FPS eram comuns ao participar de eventos que aconteciam dentro do jogo. Esses erros não eram tão comuns quanto os problemas de servidores, mas um patch de correção deve chegar o mais breve possível.
Conclusão: Vale a pena?
Diablo 4 consegue trazer muitas horas de diversão com história e gameplay que somam uma experiência inesquecível. Seja jogando sozinho ou com seus amigos, Diablo 4 trará um prato cheio a os fans de RPG de ação. Mesmo com os seus problemas de servidores e bugs que aparecem com pouca frequência, não mancham o grande jogo que a Blizzard trouxe aos fans de todo o mundo. O jogo está disponível para Xbox Series X|S, Xbox One, PC e outros consoles no valor de 350 reais. Mesmo o valor sendo alto, o jogo é uma carta de amor a os fans do gênero que procuram horas de diversão e dedicação do jogo.
Mas é aí? Vai garantir uma cópia desse game? Deixe nos comentários e deixe seu feedback e acompanhe as nossas redes sociais. Eu sou Marco117 e vejo vocês em Sanktuário.

Nota: 9/10
Eaí o que vocês acham vale apena jogar? Esperamos que tenha gostado!
Essa análise é uma opinião do autor: Marco117
Editor do texto: @CaixistaFox
